Filhos e filhas, amados no Senhor!
Estamos iniciando o mês de setembro onde somos convidados a agradecermos a Deus por sua Palavra dada ao seu povo por escrito nas Sagradas Escrituras.
Setembro é o mês da Bíblia! Este mês foi escolhido pela Igreja porque no dia trinta de setembro é dia de São Jerônimo, foi ele quem traduziu a Bíblia dos textos originais do hebraico e grego para o latim, língua falada naquela época e usada na liturgia da Igreja.
A Bíblia é para nós alimento para o caminho, luz que ilumina a nossa história e fonte de vida. Passaram-se muitos anos, séculos, e sua mensagem continua sendo nos dias de hoje fonte de inspiração e conversão para o povo de Deus a caminho. De fato, como dizia São Paulo Apóstolo: “Toda Escritura é inspirada por Deus e é útil para ensinar, para argumentar, para corrigir e para educar conforme a justiça”(2Tm 3,16).
Sabemos também, que a Bíblia é o “livro” mais vendido e lido no mundo, mesmo assim, existem milhões de pessoas que nunca leram ou escutaram a riqueza de suas palavras. Todos nós que somos cristãos, engajados na Igreja e comprometidos com a causa do Evangelho devemos assumir o compromisso de levar a todos esta mensagem de salvação que alegra o coração do homem e conforta o oprimido.
Todo dia é dia da Bíblia, todos os dias devemos rezar, meditar, agradecer e louvar a Deus por meio de sua Palavra contida na Bíblia. Também é de muita importância estudar a Bíblia para melhor entender seus ensinamentos. Não podemos interpretar-la como nos convém. Em nossos dias existem muitas pessoas fazendo da Palavra de Deus um meio de exploração, onde se servem desta Palavra não para anunciar a bondade de um Deus misericordioso que caminha conosco, mas para aproveitar-se do sofrimento humano, deturpando a Palavra de Deus nas Escrituras. Não nos deixemos enganar, Deus nos ama e está sempre ao lado daqueles que o invocam com sincero coração!
Com a Palavra de Deus, aprendemos a ser profetas, ela nos ensina a denunciar as injustiças sociais e a promover a dignidade e a justiça para todos sem exceção. A Bíblia não é um livro obsoleto, que não se usa mais, seu conteúdo é sempre atual e com ele queremos seguir nosso caminho: “Tudo o que se escreveu no passado foi para o nosso ensinamento que foi escrito, afim de que, pela perseverança e consolação, que nos dão as Escrituras, tenhamos esperança” (Rm 15,4).
Por isso irmãos e irmãs, tenhamos esperança, vamos seguir confiantes e firmes na Palavra de Deus, ela nos sustenta e nos ensina a sermos discípulos e missionários, dispostos a levar esta mesma Palavra a todos que necessitarem.
Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
terça-feira, 19 de julho de 2011
Com Maria nos caminhos de Jesus!
Filhos e filhas, amados no Senhor!
Como é bom ser cristão! Como é bom ser católico! Sim, somos agraciados porque Deus quis que sua Igreja, contemplasse um rosto feminino cheio de ternura que se volta para nós com um olhar materno e protetor. Maria a mãe do nosso Salvador, também se tornou nossa mãe.
“O ventre de Maria foi o lugar escolhido por Deus, para celebrar de modo carnal, humano e concreto, a Nova e Eterna Aliança entre o céu e a terra. No ventre de Maria, Deus marcou um encontro definitivo e eterno com a história humana. Jesus o filho de Deus se fez carne, na carne de Maria!” Como alguém pode se atrever a dizer que esta mulher tão cheia de graça não é santa? O próprio anjo do Senhor a chamou de cheia de graça, e Maria cheia do Espírito Santo profetizou: “Doravante, todas as gerações hão de chamar-me de bendita...” Pois bem, é esta mãe tão especial e santa, que a Igreja nos convida a venerar, e seguindo seu exemplo, seremos verdadeiros seguidores de Jesus, porque ela também foi discípula e seguidora do Senhor, assim nos diz Santo Agostinho: “Maria é mais bem aventurada por ser discípula de Jesus do que por ser sua mãe.” Se ela é discípula, ela também nos ensina a fazer a vontade de seu filho: “Façam tudo o que ele disser!” Assim, estando com Maria, estaremos nos caminhos de Jesus fazendo sua vontade.
Uma igreja sem Maria é uma igreja órfã de mãe! E nós bem sabemos que quando falta a mãe em uma casa, falta ordem, falta amor materno, falta um toque feminino peculiar de uma mãe, que sabe encaminhar bem todas as coisas.
Neste mês dedicado a Nossa Senhora, vamos renovar a nossa experiência filial de Maria e com ela dar o nosso “SIM” generoso ao projeto de Jesus. Que pela nossa devoção saibamos viver como Maria, no amor e na entrega aos irmãos. Ainda que a chamemos de rainha, ela esteve muito longe da acomodação de um trono, sua vida foi serviço e entrega, mas Deus quis que ela fosse coroada no céu como rainha dos anjos e dos santos, para que ela fosse também nossa protetora e mediadora.
Enfim, não tenhamos medo de exclamar: “Tudo com Jesus, nada sem Maria!” E sigamos com Maria, acompanhados por ela trilhando os caminhos de Jesus.
Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
Como é bom ser cristão! Como é bom ser católico! Sim, somos agraciados porque Deus quis que sua Igreja, contemplasse um rosto feminino cheio de ternura que se volta para nós com um olhar materno e protetor. Maria a mãe do nosso Salvador, também se tornou nossa mãe.
“O ventre de Maria foi o lugar escolhido por Deus, para celebrar de modo carnal, humano e concreto, a Nova e Eterna Aliança entre o céu e a terra. No ventre de Maria, Deus marcou um encontro definitivo e eterno com a história humana. Jesus o filho de Deus se fez carne, na carne de Maria!” Como alguém pode se atrever a dizer que esta mulher tão cheia de graça não é santa? O próprio anjo do Senhor a chamou de cheia de graça, e Maria cheia do Espírito Santo profetizou: “Doravante, todas as gerações hão de chamar-me de bendita...” Pois bem, é esta mãe tão especial e santa, que a Igreja nos convida a venerar, e seguindo seu exemplo, seremos verdadeiros seguidores de Jesus, porque ela também foi discípula e seguidora do Senhor, assim nos diz Santo Agostinho: “Maria é mais bem aventurada por ser discípula de Jesus do que por ser sua mãe.” Se ela é discípula, ela também nos ensina a fazer a vontade de seu filho: “Façam tudo o que ele disser!” Assim, estando com Maria, estaremos nos caminhos de Jesus fazendo sua vontade.
Uma igreja sem Maria é uma igreja órfã de mãe! E nós bem sabemos que quando falta a mãe em uma casa, falta ordem, falta amor materno, falta um toque feminino peculiar de uma mãe, que sabe encaminhar bem todas as coisas.
Neste mês dedicado a Nossa Senhora, vamos renovar a nossa experiência filial de Maria e com ela dar o nosso “SIM” generoso ao projeto de Jesus. Que pela nossa devoção saibamos viver como Maria, no amor e na entrega aos irmãos. Ainda que a chamemos de rainha, ela esteve muito longe da acomodação de um trono, sua vida foi serviço e entrega, mas Deus quis que ela fosse coroada no céu como rainha dos anjos e dos santos, para que ela fosse também nossa protetora e mediadora.
Enfim, não tenhamos medo de exclamar: “Tudo com Jesus, nada sem Maria!” E sigamos com Maria, acompanhados por ela trilhando os caminhos de Jesus.
Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
A nossa fé constrói!
Filhos e filhas, amados no Senhor!
Iniciamos o mês de julho e com ele inauguramos um novo semestre! Olhando para trás, podemos perceber que já se passaram grandes festas e celebrações na Igreja e em nossa comunidade: Quaresma, Semana Santa, Páscoa, Ascensão do Senhor, Pentecostes, Corpus Christi, a Festa do nosso padroeiro com os santos juninos, nossa quermesse...enfim, deixamos para trás um semestre de tantos bons acontecimentos e seguimos nosso caminhar na vida e na Igreja.
Queremos fazer deste mês que iniciamos o mês da participação! Reavivados pelo Espírito de Pentecostes celebrado no mês que passou, seguimos confiantes e cheios de esperança participando das celebrações que a liturgia da Igreja nos propõe neste tempo comum. Este tempo existe não para celebrar algum aspecto particular do mistério de Cristo mas para celebrá-lo em sua globalidade, especialmente em cada domingo. Durante este tempo se aprofunda e se assimila o mistério de Cristo que se insere na vida do povo de Deus para torná-la plenamente pascal.
O elemento principal e mais forte do Tempo Comum é o domingo: “Dies Domini”( Dia do Senhor), nele celebramos em família o Mistério Pascal do Senhor na Eucarístia, alimento para a nossa caminhada e ação de graças por tudo o que Deus tem realizado em nossa vida. Por isso irmãos e irmãs, devemos seguir participando com fé e alegria das celebrações dominicais em nossa comunidade e também dos nossos trabalhos pastorais.
O nosso testemunho de fé edifica a vida eclesial e nos faz verdadeiros missionários de Jesus na comunidade. “A nossa fé constrói!” Quantas coisas boas podemos realizar e viver por meio da fé. Ela é um dom de Deus em nossa vida, pois ela nos sustenta em nossa caminhada e nos encoraja no trabalho a serviço do Reino de Deus. A nossa fé contagia também aos outros que ainda não tiveram esta experiência divina e ao mesmo tempo humana que nos faz ser alimento vivo para os irmãos na caridade.
Irmãos e irmãs, vamos viver este tempo de fé construindo e edificando a nossa Igreja! Convido a você querido paroquiano, a fazer parte de alguma de nossas pastorais ou de nossa ação social em prol dos menos favorecidos de nossa comunidade. Lembrem-se sempre: “A nossa fé constrói!”
Fr. Carlos Vicente de Lima, OAR
Iniciamos o mês de julho e com ele inauguramos um novo semestre! Olhando para trás, podemos perceber que já se passaram grandes festas e celebrações na Igreja e em nossa comunidade: Quaresma, Semana Santa, Páscoa, Ascensão do Senhor, Pentecostes, Corpus Christi, a Festa do nosso padroeiro com os santos juninos, nossa quermesse...enfim, deixamos para trás um semestre de tantos bons acontecimentos e seguimos nosso caminhar na vida e na Igreja.
Queremos fazer deste mês que iniciamos o mês da participação! Reavivados pelo Espírito de Pentecostes celebrado no mês que passou, seguimos confiantes e cheios de esperança participando das celebrações que a liturgia da Igreja nos propõe neste tempo comum. Este tempo existe não para celebrar algum aspecto particular do mistério de Cristo mas para celebrá-lo em sua globalidade, especialmente em cada domingo. Durante este tempo se aprofunda e se assimila o mistério de Cristo que se insere na vida do povo de Deus para torná-la plenamente pascal.
O elemento principal e mais forte do Tempo Comum é o domingo: “Dies Domini”( Dia do Senhor), nele celebramos em família o Mistério Pascal do Senhor na Eucarístia, alimento para a nossa caminhada e ação de graças por tudo o que Deus tem realizado em nossa vida. Por isso irmãos e irmãs, devemos seguir participando com fé e alegria das celebrações dominicais em nossa comunidade e também dos nossos trabalhos pastorais.
O nosso testemunho de fé edifica a vida eclesial e nos faz verdadeiros missionários de Jesus na comunidade. “A nossa fé constrói!” Quantas coisas boas podemos realizar e viver por meio da fé. Ela é um dom de Deus em nossa vida, pois ela nos sustenta em nossa caminhada e nos encoraja no trabalho a serviço do Reino de Deus. A nossa fé contagia também aos outros que ainda não tiveram esta experiência divina e ao mesmo tempo humana que nos faz ser alimento vivo para os irmãos na caridade.
Irmãos e irmãs, vamos viver este tempo de fé construindo e edificando a nossa Igreja! Convido a você querido paroquiano, a fazer parte de alguma de nossas pastorais ou de nossa ação social em prol dos menos favorecidos de nossa comunidade. Lembrem-se sempre: “A nossa fé constrói!”
Fr. Carlos Vicente de Lima, OAR
Ide pelo mundo e anunciai o Evangelho a toda criatura!
Filhos e filhas, amados no Senhor!
Que alegria! Estamos iniciando mais um mês dedicado às missões, onde queremos refletir acima de tudo no caráter missionário de nossa Igreja. De fato, a Igreja é desde sempre missionária, atendendo o grande apelo de Nosso Senhor: “Ide pelo mundo e anunciai o Evangelho a toda criatura!” Os apóstolos foram grandes missionários que gastaram e desgastaram suas vidas pela causa do Reino de Deus, eles anuciaram o Evangelho de Nosso Senhor com palavras e ações, a ponto de testemunharem com seu próprio sangue que vale a pena viver unido a Cristo e à sua Palavra.
O incansável apóstolo São Paulo, patrono de nossa arquidiocese, nos conscientiza por meio de suas palavras e testemunho quando diz: “ai de mim se eu não evangelizar”(1Cor 9,16). E nós cristãos, batizados, discipulos e missionários de Jesus, podemos seguir o exemplo de São Paulo vivendo a nossa fé e a nossa união com o Senhor.
Devemos pois, renovar o nosso fervor espiritual e nosso entusiasmo missionário diante das eventuais tentações de amargura pelas frustrações e pelo desinteresse em fazer com que o nome de Jesus seja levado e conhecido por todos. Aniquilar integralmente a “preguiça pastoral” que obstaculiza a eficácia da Palavra de Deus que deve ser levada por nós com humildade, valentía e perseverança.
Em nossa reflexão não poderá faltar a imprescindível confiança no Espírito Santo que anima a Igreja e ilumina toda nossa ação missionária. É o Espirito de Deus que convoca e une a Igreja e que manda pregar o Evangelho “até aos confins da terra”(At 1,8.)
Que Santa Teresinha do Menino Jesus e São Francisco Xavier, padroeiros das missões sejam nossos intercessores e protejam a todos os missionários que levam a mensagem do Reino aos povos mais distantes.
Pe. Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
Que alegria! Estamos iniciando mais um mês dedicado às missões, onde queremos refletir acima de tudo no caráter missionário de nossa Igreja. De fato, a Igreja é desde sempre missionária, atendendo o grande apelo de Nosso Senhor: “Ide pelo mundo e anunciai o Evangelho a toda criatura!” Os apóstolos foram grandes missionários que gastaram e desgastaram suas vidas pela causa do Reino de Deus, eles anuciaram o Evangelho de Nosso Senhor com palavras e ações, a ponto de testemunharem com seu próprio sangue que vale a pena viver unido a Cristo e à sua Palavra.
O incansável apóstolo São Paulo, patrono de nossa arquidiocese, nos conscientiza por meio de suas palavras e testemunho quando diz: “ai de mim se eu não evangelizar”(1Cor 9,16). E nós cristãos, batizados, discipulos e missionários de Jesus, podemos seguir o exemplo de São Paulo vivendo a nossa fé e a nossa união com o Senhor.
Devemos pois, renovar o nosso fervor espiritual e nosso entusiasmo missionário diante das eventuais tentações de amargura pelas frustrações e pelo desinteresse em fazer com que o nome de Jesus seja levado e conhecido por todos. Aniquilar integralmente a “preguiça pastoral” que obstaculiza a eficácia da Palavra de Deus que deve ser levada por nós com humildade, valentía e perseverança.
Em nossa reflexão não poderá faltar a imprescindível confiança no Espírito Santo que anima a Igreja e ilumina toda nossa ação missionária. É o Espirito de Deus que convoca e une a Igreja e que manda pregar o Evangelho “até aos confins da terra”(At 1,8.)
Que Santa Teresinha do Menino Jesus e São Francisco Xavier, padroeiros das missões sejam nossos intercessores e protejam a todos os missionários que levam a mensagem do Reino aos povos mais distantes.
Pe. Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
Envía Senhor operários para a vossa messe!
Queridos irmãos e irmãs, amados no Senhor: Alegria e paz!
Estamos iniciando o mês de agosto, mês vocacional, onde queremos refletir sobre a nossa missão de discípulos-missionários de Jesus Cristo, rezando pelas vocações e ministérios em nossa Igreja.
A Igreja, cumprindo a ordem de Jesus, deve rezar ao Senhor da Messe para que envie operários para a sua messe. A nova evangelização necessita de muitos e qualificados evangelizadores: cristãos e cristãs, leigos comprometidos, consagrados e consagradas totalmente doados ao Reino, ministros ordenados que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade do povo de Deus.
A cada domingo deste mês, poderemos lembrar com carinho das pessoas chamadas por Deus a exercer sua vocação específica: o padre, os religiosos e os leigos, cada um fiel à sua vocação são verdadeiros operários na messe do Senhor, chamados a edificar o Reino de Deus levando a Boa Nova do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ao padre (pai) compete ser sinal da unidade de todo o povo de Deus, contribuindo, pela caridade pastoral, para a edificação e o crescimento da comunidade, de forma que ela seja cada vez mais evangelizadora e missionária. Já faz alguns anos em que a Igreja vem enfrentando muitas dificuldades pela escassez de sacerdotes e religiosos, não podemos deixar de rezar, para que Deus toque no coração de nossos jovens, para que tenham coragem de dizer sim a este chamado de Deus, consagrando suas vidas inteiramente ao serviço do Reino.
Aos religiosos e religiosas, que são chamados por Deus a darem testemunho de seu Reino, vivendo uma vida consagrada na obediência, na pobreza e na castidade, queremos pedir ao Senhor que sejam perseverantes e fiéis a Deus no carisma de suas congregações religiosas, servindo desta maneira à Igreja de Nosso Senhor.
Neste ano nossa arquidiocese está convocando a todos os seus fiéis leigos e leigas para participarem do I Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo, e nós neste mês vocacional queremos reforçar a importância do trabalho indispensável que nossos leigos assumem na Igreja e na sociedade. Lembremo-nos de maneira especial de todos os catequistas de nossa comunidade, cujo dia será celebrado no último domingo deste mês.
Não podemos nos esquecer, que no segundo domingo deste mês celebraremos o dia da família, e com ele o “Dia dos pais”. A família vem sofrendo nas últimas décadas uma violenta desestruturação, existem muitos ataques aos valores e a importância de se viver em família, mas graças a Deus, ainda existe um clima favorável à reflexão, à oração, ao afeto, à gratidão para com os pais, que nos ajudam a propor uma retomada do lugar fundamental da família como “Célula Mater da sociedade.”
Rezemos por todos nós que formamos esta grande família de Deus, para que por meio de nosso “sim” generoso sejamos de fato fiéis à vocação a que fomos chamados.
Pe. Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
Estamos iniciando o mês de agosto, mês vocacional, onde queremos refletir sobre a nossa missão de discípulos-missionários de Jesus Cristo, rezando pelas vocações e ministérios em nossa Igreja.
A Igreja, cumprindo a ordem de Jesus, deve rezar ao Senhor da Messe para que envie operários para a sua messe. A nova evangelização necessita de muitos e qualificados evangelizadores: cristãos e cristãs, leigos comprometidos, consagrados e consagradas totalmente doados ao Reino, ministros ordenados que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade do povo de Deus.
A cada domingo deste mês, poderemos lembrar com carinho das pessoas chamadas por Deus a exercer sua vocação específica: o padre, os religiosos e os leigos, cada um fiel à sua vocação são verdadeiros operários na messe do Senhor, chamados a edificar o Reino de Deus levando a Boa Nova do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Ao padre (pai) compete ser sinal da unidade de todo o povo de Deus, contribuindo, pela caridade pastoral, para a edificação e o crescimento da comunidade, de forma que ela seja cada vez mais evangelizadora e missionária. Já faz alguns anos em que a Igreja vem enfrentando muitas dificuldades pela escassez de sacerdotes e religiosos, não podemos deixar de rezar, para que Deus toque no coração de nossos jovens, para que tenham coragem de dizer sim a este chamado de Deus, consagrando suas vidas inteiramente ao serviço do Reino.
Aos religiosos e religiosas, que são chamados por Deus a darem testemunho de seu Reino, vivendo uma vida consagrada na obediência, na pobreza e na castidade, queremos pedir ao Senhor que sejam perseverantes e fiéis a Deus no carisma de suas congregações religiosas, servindo desta maneira à Igreja de Nosso Senhor.
Neste ano nossa arquidiocese está convocando a todos os seus fiéis leigos e leigas para participarem do I Congresso de Leigos da Arquidiocese de São Paulo, e nós neste mês vocacional queremos reforçar a importância do trabalho indispensável que nossos leigos assumem na Igreja e na sociedade. Lembremo-nos de maneira especial de todos os catequistas de nossa comunidade, cujo dia será celebrado no último domingo deste mês.
Não podemos nos esquecer, que no segundo domingo deste mês celebraremos o dia da família, e com ele o “Dia dos pais”. A família vem sofrendo nas últimas décadas uma violenta desestruturação, existem muitos ataques aos valores e a importância de se viver em família, mas graças a Deus, ainda existe um clima favorável à reflexão, à oração, ao afeto, à gratidão para com os pais, que nos ajudam a propor uma retomada do lugar fundamental da família como “Célula Mater da sociedade.”
Rezemos por todos nós que formamos esta grande família de Deus, para que por meio de nosso “sim” generoso sejamos de fato fiéis à vocação a que fomos chamados.
Pe. Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
quinta-feira, 31 de março de 2011
Ó feliz culpa que mereceu tão grande Redentor!
Filhos e filhas, amados no Senhor!
Estamos vivendo o tempo da quaresma, porém se aproximam as celebrações do mistério da Paixão, morte e ressurreição do Senhor. Durante a Semana Santa, que a nossa atenção esteja sempre voltada para o mistério da nossa Salvação e para Jesus de Nazaré, que quis entregar a sua vida por amor de cada um de nós.
A nossa boa caminhada quaresmal nos conduz para a Páscoa da ressurreição do Senhor, na Páscoa de Cristo tudo renasce, já não há mais motivos para chorar, o “túmulo está vazio”, Jesus Ressuscitou! A Páscoa dá-nos a certeza de um renascimento em todos nós, por isso não podemos deixar que ela perca o vigor em nossa sociedade, onde as pessoas aproveitam os dias do tríduo Pascal para gozarem uns dias de folga, irem à praia...saírem de casa. Será que quando estas pessoas retornarem deste tempo de descanso, retornarão com mais vigor? Ou retornarão para a rotina do dia-a-dia? Com certeza podemos dizer que Cristo com sua Páscoa nos revigora, nos transmite uma paz que perdura e que não é passageira. Aquele que vive o mistério Pascal de Cristo tende a levar a paz e o amor à sua família e a todos os que encontrarem.
Tão grande foi a dor de Cristo na cruz! Maior foi o seu amor e a sua entrega total! Neste sentido queremos rezar com as palavras do precônio Pascal: “Ó feliz culpa, que mereceu tão grande Redentor, Ó feliz culpa!” O túmulo vazio, mostra que a vida venceu a morte e que as coisas antigas já se passaram, em Cristo somos novas criaturas. Ele ressurgiu, ressuscitou! Ele quer ressuscitar em cada um de nós e fazer com que vivamos com intensidade o dom da vida.
Não queremos ser discípulos amedrontados e sem esperança como estavam os discípulos de Emaús, que duvidavam e procuravam mil explicações para o que aconteceu na morte de Cristo. Queremos ser sim, discípulos do domingo da alegria, da Páscoa do Senhor! Cheios de esperança e fortes na fé que nos impulsiona a seguir o caminho da vida, da paz e do amor. Sejamos, pois, testemunhas do Senhor ressuscitado, vamos levar e anunciar esta boa notícia a todos: Aleluia, o Senhor ressuscitou!
Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
Estamos vivendo o tempo da quaresma, porém se aproximam as celebrações do mistério da Paixão, morte e ressurreição do Senhor. Durante a Semana Santa, que a nossa atenção esteja sempre voltada para o mistério da nossa Salvação e para Jesus de Nazaré, que quis entregar a sua vida por amor de cada um de nós.
A nossa boa caminhada quaresmal nos conduz para a Páscoa da ressurreição do Senhor, na Páscoa de Cristo tudo renasce, já não há mais motivos para chorar, o “túmulo está vazio”, Jesus Ressuscitou! A Páscoa dá-nos a certeza de um renascimento em todos nós, por isso não podemos deixar que ela perca o vigor em nossa sociedade, onde as pessoas aproveitam os dias do tríduo Pascal para gozarem uns dias de folga, irem à praia...saírem de casa. Será que quando estas pessoas retornarem deste tempo de descanso, retornarão com mais vigor? Ou retornarão para a rotina do dia-a-dia? Com certeza podemos dizer que Cristo com sua Páscoa nos revigora, nos transmite uma paz que perdura e que não é passageira. Aquele que vive o mistério Pascal de Cristo tende a levar a paz e o amor à sua família e a todos os que encontrarem.
Tão grande foi a dor de Cristo na cruz! Maior foi o seu amor e a sua entrega total! Neste sentido queremos rezar com as palavras do precônio Pascal: “Ó feliz culpa, que mereceu tão grande Redentor, Ó feliz culpa!” O túmulo vazio, mostra que a vida venceu a morte e que as coisas antigas já se passaram, em Cristo somos novas criaturas. Ele ressurgiu, ressuscitou! Ele quer ressuscitar em cada um de nós e fazer com que vivamos com intensidade o dom da vida.
Não queremos ser discípulos amedrontados e sem esperança como estavam os discípulos de Emaús, que duvidavam e procuravam mil explicações para o que aconteceu na morte de Cristo. Queremos ser sim, discípulos do domingo da alegria, da Páscoa do Senhor! Cheios de esperança e fortes na fé que nos impulsiona a seguir o caminho da vida, da paz e do amor. Sejamos, pois, testemunhas do Senhor ressuscitado, vamos levar e anunciar esta boa notícia a todos: Aleluia, o Senhor ressuscitou!
Fr. Carlos Vicente de Lima,OAR
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